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Supercolisor russo vai recriar primeiros momentos do Universo

Um enorme complexo científico está sendo construído em Dubna, cerca de 100 quilômetros ao norte de Moscou, para servir de abrigo ao supercolisor NICA (Nuclotron-based Ion Collider Facility), que tem o objetivo de recriar os primeiros momentos do Universo.

colisor russo
colisor russo

Esse grande projeto com participação internacional, que está sendo desenvolvido no Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear (JINR, na sigla em inglês), começou em 2013 e está previsto que as obras sejam concluídas no final de 2019 e o colisor comece a operar em 2023, de acordo com o cientista Dmitri Driablov.

Aproximadamente mil cientistas e engenheiros trabalham no projeto, que tem objetivo de estudar a transição da matéria ordinária para o plasma quark-gluón, algo semelhante a uma sopa quente e densa que existia durante os primeiros 20 a 30 microssegundos depois do Big Bang, há 13,7 bilhões de anos.

A proposta a longo prazo, ao observar a origem do estado atual do Universo, é oferecer soluções práticas nos campos do espaço e do tratamento do câncer.

Segundo o chefe da obra, as paredes dos túneis que abrigarão o colisor e o acelerador supercondutor Nuclotron têm uma espessura de entre 1,5 e 4 metros, para garantir a segurança dos trabalhadores, mas também para proteger o NICA de ameaças como o impacto direto de um míssil.

O cientista Driablov e o engenheiro que supervisiona a produção dos ímãs para os campos magnéticos, os cabos supercondutores e anéis do colisor falaram que a implementação do complexo talvez possa requerer mais tempo. “Temos que terminar a construção, instalar muitos equipamentos como os ímãs supercondutores, o sistema de resfriamento e temos que refinar o processo do acelerador, o que é um processo muito complicado”, afirmou Driablov.

Andressa Luz