Campos magnéticos de intensidade extremamente baixa, gerados pelo funcionamento de células humanas, como neurônios e aquelas que estão presente no músculo do coração, por exemplo, foram detectados por um sensor desenvolvido por pesquisadores dinamarqueses.
Essa invenção é pequena e funciona com temperatura corporal, gerando uma leitura óptica de campos magnéticos criados pelo movimento dos impulsos elétricos do corpo humano. Isso permite uma série de aplicações práticas, principalmente no campo na medicina.
Isso porque esse tipo de sensor pode ser utilizado para substituir equipamentos atuais de ressonância magnética, por exemplo, grandes e caros que precisam de ímãs supercondutores resfriados próximo do zero absoluto.
Além disso, o sensor poderá ser utilizado na detecção de doenças em que os nervos ficam danificados, como a esclerose múltipla. Ele também funciona à distância, sem precisar entrar em contato com o corpo, basta estar aproximado a um nervo para captar o pulso elétrico da célula nervosa, que gera um campo magnético capaz de alterar o spin dos átomos de seu interior.
Andressa Luz
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