Televendas: 11 4226-5509
WhatsApp: 11 99948-2568
INDÚSTRIA
BRASILEIRA
ATENDEMOS TODO O BRASIL
E AMÉRICA LATINA
FABRICAMOS
SOB MEDIDA
FINANCIAMOS EM
ATÉ 48x via BNDES

Bluetooth humano

Campo magnético natural do corpo pode ser uma alternativa para a tecnologia

O Bluetooth revolucionou a maneira com que compartilhamos dados, com ele, foi possível fazer isso, em curtas distâncias, e de forma muito rápida. Mas toda essa tecnologia se restringe ainda por interferências de objetos e sinais. Pesquisadores da Universidade da Califórnia procuraram soluções para evitar, por exemplo, o consumo de energia dos aparelhos ao ter a opção de Bluetooth ativada.

bluetooth no braço
bluetooth no braço

A resposta, eles encontraram no próprio corpo. Eles estudaram como o indivíduo poderia conduzir arquivos e transmitir dados através do campo magnético natural do corpo humano.

Para provar isso, eles criaram um protótipo por cabos de PVC que ficam nas extremidades do corpo (cabeça, pernas e braços) e que utilizam do campo magnético natural que temos. “Com este sistema de comunicação através do corpo magnético, nós esperamos diminuir significativamente o consumo de bateria, assim como a frequência com que os usuários precisam recarregar os seus dispositivos” explicou o autor do projeto Jiwoong Park em uma nota pública.

No novo dispositivo o sinal percorre apenas pelo corpo do usuário ou em áreas próximas a ele, o que faz com o que o alcance magnético seja mais eficiente e também ofereça uma segurança adicional aos usuários.

Pensando no futuro

Os pesquisadores pensaram em criar um dispositivo que funciona enviando sinais de dados através de campo magnético natural do corpo humano, em vez de através do ar, e poderia levar a uma nova classe de dispositivos vestíveis (“wearables”) de potência ultrabaixa.

bluetooth wearables de potência ultrabaixa
bluetooth wearables de potência ultrabaixa

“No futuro, as pessoas estarão usando mais eletrônicos tais como smartwatches, e monitores de fitness e de saúde. Todos esses dispositivos precisarão trocar informações entre si. Atualmente, esses aparelhos transmitem dados usando rádios Bluetooth, que precisam de muita potência elétrica para funcionar. Estamos tentando encontrar novas maneiras de comunicar informações por meio do corpo humano usando muito menos potência”, disse Patrick Mercier, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação na Universidade da Califórnia em San Diego, líder do projeto e codiretor do Centro para Sensores Vestíveis da universidade.

Caroline Ramos