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Ressonância magnética aponta que danos de cabecear são piores para mulheres

Estudo mostra que cabecear no futebol causa cinco vezes mais danos nos cérebros femininos

Uma recente pesquisa do Montefiore Medical Center, nos Estados Unidos, revelou que mulheres correm mais riscos de terem problemas no cérebro do que os homens quando cabeceiam a bola.

futebol feminino cabeçada
futebol feminino cabeçada

Feito com pessoas de ambos os gêneros que praticaram o esporte durante um ano, o estudo contabilizou 487 cabeçadas por homens, e 469 pelas mulheres.

“Em ambos os grupos, o efeito que vimos na matéria branca do cérebro aumentou com quantidades maiores de cabeçadas”, disse Michael Lipton, líder da pesquisa e professor de radiologia no instituto. “Mas as mulheres exibem cerca de cinco vezes mais anormalidades microestruturais do que os homens quando têm quantidades semelhantes de exposição da cabeça.”

O aparelho de ressonância magnética

Foi utilizada uma forma avançada de ressonância magnética, conhecida como DTI, sigla em inglês para Imagens por Tensor de Difusão e os pesquisadores avaliaram mudanças microscópicas no cérebro de 98 jogadoras amadoras de futebol.

As mudanças de longo prazo no tecido cerebral causadas ao cabecear a bola acontecem na microestrutura da substância branca, que pode ser uma inflamação ou perda de neurônios, por exemplo

Os resultados foram publicados na revista Radiology e também indicam que essas anormalidades afetam mais regiões do cérebro das mulheres, em comparação com os homens.

“Ainda não temos informações suficientes para estabelecer diretrizes para proteger os jogadores”, acrescentou Lipton. “Mas, ao entender como as pessoas têm diferentes níveis de sensibilidade na cabeça, podemos chegar ao ponto de determinar a necessidade de recomendações específicas de gênero para jogo de futebol mais seguro.”

Andressa Luz