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O efeito do magnetismo na produção de vinhos

Você sabia que pequenos ímãs podem reduzir o uso de químicos?

Graças ao magnetismo, o excesso de aromas vegetais, como os característicos de Cabernet Sauvignon, pode ser atenuado na enologia, ciência dedicada à produção de vinhos.

Vinho e Uvas
Vinho e Uvas

Todos os vinhos, naturalmente, contam com substância que contribuem com as características de sabor e aroma, mas que podem causar um desequilíbrio, caso se encontrem presentes em quantidades excessivas, por exemplo.

Entre essas substâncias existe um grupo chamado alquil-2-metoxipirazina (MP), que confere aos vinhos aromas vegetais que podem chegar a intensidades nada agradáveis. Isso acontece em particular com o Cabernet quando cresceu em climas muito frescos ou foi colhido cedo demais.

Os produtores de vinho costumam usar aditivos como o carvão ativado e o carvalho para tentar atenuar esse problema, mas sem resultados muito expressivos. Agora, isso pode mudar com uma novidade apresentada por pesquisadores australianos da Universidade de Adelaide, que tentaram uma maneira de resolver isso usando o magnetismo.

O estudo em questão utilizou nanopartículas magnéticas baseadas em óxido de ferro em uma técnica testada em um Cabernet enriquecido com uma quantidade excessiva de um tipo particular que produz um forte aroma de pimentão verde.

Como importante resultado, os pesquisadores descobriram que essas partículas retiravam 40% das substâncias em excesso no vinho em dez minutos, sem alterar os demais aromas presentes.

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Andressa luz