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Aumento no Preço do Ímã: monopólio chinês e o aumento do dólar

Possuindo 97% das Terras Raras presentes no planeta, a China domina as Terras Raras e sua exploração. Os minerais extraídos dessas terras estão abundantemente presentes no nosso dia-a-dia: o ímã de Neodímio, também conhecido como ímãs de Terras Raras, é produzido na China e exportado para o mundo todo onde vira componente de smartphones, tablets, carros, máquinas industriais, eletrodomésticos e diversos outros produtos e equipamentos que nem imaginamos que possuem ímãs em sua composição.

A China monopoliza esse mercado não só por possuir esses minérios em grande quantidade, mas também por possuírem tecnologia de extração associada a salários baixos e também a critérios ambientais precários, como define Paul Krugman do The New York Times. A soma desses fatores permitiu que a China praticasse preços baixos em relação à indústria americana que dominava esse mercado até a década de 80. Praticando preços baixos, não houve indústria que pudesse concorrer com a indústria chinesa, fato que ocorre até hoje.

Dado a esse domínio do mercado, hoje a China pratica o preço que quiser para exportação de minérios de Terras Raras como o Neodímio. Os preços aumentam e diminuem a cada ano. Junto a alta do dólar, que vem crescendo continuamente, o mercado vem enfrentando nova alta dos produtores chineses e o preço do ímã irá subir mais uma vez.

A MagTek irá segurar o preço dos ímãs até o fim de Agosto. Em Setembro haverá aumento proporcional, porém continuaremos buscando novas e melhores negociações com fornecedores a fim de repassar o menor aumento possível.

Edilson Junior

Fonte: The New York Times
http://www.nytimes.com/2010/10/18/opinion/18krugman.html?ref=paulkrugman&_r=0