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Nanopartículas magnéticas para o tratamentos contra o câncer

Pequenos imas em forma de esferas são colocados na região tumoral

Um estudo desenvolvido pelo Instituto de Física e pelo Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (UFG) tem chamado atenção pelo fato de que utiliza nanopartículas magnéticas com o objetivo de servir como um tipo adicional de terapia contra tumores.

cama de hospital paciente

Partindo do conceito de que as propriedades do calor ajudam a destruir células, principalmente as cancerígenas, os pesquisadores desenvolveram uma forma de levar o calor à região afetada pela doença com mais eficiência, já que os tipos tradicionais de tratamento, como é o caso da radioterapia, podem acabar destruindo outras células, que não estejam prejudicadas.

Para que seja possível preservar as células saudáveis e combater as cancerígenas, são utilizadas nanopartículas magnéticas, pequenos ímãs esféricos que não teriam capacidade suficiente para acabar com as células se estivessem sozinhos, mas que com a presença de um campo magnético, podem contribuir para a liberação de calor no tumor.

Além disso, o estudo diz respeito a um procedimento com acréscimo de quimioterápicos nos pequenos ímãs, que se diferenciam por serem levados diretamente na região do corpo que precisa de tratamento. Quando as nanopartículas são aquecidas, o medicamento que estava presente é liberado diretamente no câncer, sem que isso gere prejuízos para os outros órgãos.

A viabilização dessa técnica pretende trazer mais qualidade de vida aos pacientes com câncer, principalmente aqueles que não reagem aos tratamentos tradicionais. Esse estudo foi iniciado há cinco anos, com testes feitos em camundongos, que já conseguiram ter melhora considerável e até mesmo a eliminação dos tumores.

Esse tipo de pesquisa já é feita com seres humanos em países como Alemanha e Japão e, no Brasil, é desenvolvido pela Rede de Terapias Inovadoras Aplicadas a Nanomedicina e, além de estudiosos da UFG, conta com integrantes da UNB, UFMT, UEG e Embrapa.

Andressa Luz